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Belém

Belém (pron. [bel??]) é um município brasileiro, capital do estado do Pará. Pertence à Mesorregião Metropolitana de Belém e à Microrregião de Belém. Com uma área de aproximadamente 1 064,918 km², localiza-se no norte brasileiro, distando 2.146 quilômetros de Brasília, a capital nacional.

 

Com uma população de 1 392 031 habitantes, maior densidade demográfica da região norte 1307,17 hab./km², (IBGE/2010), é conhecida como "Metrópole da Amazônia", e o segundo maior destino de turistas na Amazônia. A cidade é sede da Região Metropolitana de Belém a segunda maior da região. Belém é classificada como a metrópole com melhor qualidade de vida do Norte-Nordeste do Brasil.
Em seus quase 400 anos de história, Belém vivenciou momentos de plenitude, entre os quais o período áureo da borracha, no início do século XX, quando o município recebeu inúmeras famílias européias, o que veio a influenciar grandemente a arquitetura de suas edificações, ficando conhecida na época como Paris n'América. Hoje, apesar de ser cosmopolita e moderna em vários aspectos, Belém não perdeu o ar tradicional das fachadas dos casarões, das igrejas e capelas do período colonial. A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional e até internacional, seja do ponto de vista cultural, econômico ou político. Conta com importantes monumentos, parques e museus, como o Theatro da Paz, o Museu Paraense Emílio Goeldi, o Mercado Ver-oPeso, e eventos de grande repercussão, como a Amazônia Fashion Week, o Círio de Nazaré entre outros.

Theatro Da Paz: Construído com o dinheiro dos barões da borracha, recebeu esse nome em alusão ao fim da Guerra do Paraguai (1870). O espaço relembra os tempos em que ir ao teatro era mostrar-se à sociedade: os mais importantes ficavam nos camarotes, enquanto a plebe sentava-se nos banquinhos de madeira e palha. A riqueza impera nos ornamentos de ferro inglês banhados a ouro, no lustre de cristal francês e no mármore italiano das paredes. Em agosto, recebe o Festival de Ópera, com artistas nacionais e internacionais. Visitas guiadas de hora em hora (3ª/6ª 9h/13h). R$ 4. R. da Paz (Pça. da República), 4009-8750

 

Casa Das Onze Janelas: Horário: 3ª/dom 10h/16h
O casarão já funcionou como residência e como sede de um hospital militar. Transformado em museu, abriga uma coleção de arte brasileira com obras do período modernista - há nomes como Lasar Segall e Tarsila do Amaral. Um jardim com esculturas e um charmoso bar e restaurante completam o programa. R$ 2. Pça. Frei Caetano Brandão (Centro), 3ª/dom 10h/16h, 4009-8821.

 

Basílica De Nazaré: Pça. Justo Chermont (Nazaré)
(91) 4009-8400
Preço: Grátis
Horário: 2ª/6ª 6h/19h30, sáb/dom 6h/12h, 15h/21h
A construção que guarda a imagem da padroeira do Pará foi erguida em diferentes etapas até adquirir a estrutura atual. Diz a lenda que existia uma aposta entre os italianos que foram convidados para construí-la e os artesãos de Belém. Os estrangeiros revestiram as paredes com esculturas de mármore, enquanto os locais fizeram mosaicos de pedra. A essa combinação somam-se 53 vitrais que narram a vida de Cristo.

 

Jardim Botânico (Bosque Rodriguez Alves): Av. Alm. Barroso, 2305 (B. do Marco)
Preço: R$ 1
Horário: 3ª/dom 8h/17h
Guarda 2 500 espécies da flora amazônica numa área de mata nativa, que ocupa uma quadra inteira de uma das principais avenidas da cidade. Há também lagos artificiais, trilhas e orquidário

 

Mangal Das Garças: Passagem Carneiro da Rocha (Cid. Velha)
(91) 3242-5052
Preço: R$ 2
Horário: 3ª/dom 10h/18h
Inaugurado em 2005, na comemoração dos 389 anos da capital, tem 40 mil m² de área à beira do Rio Guamá. Nos jardins e no viveiro de pássaros você caminha entre guarás e outras aves; no borboletário, há quase 800 insetos. O complexo conta ainda com o espaço do antigo estaleiro, que reúne jóias e artesanato produzidos no Pólo Joalheiro; o mirante da torre, com vista de 360º de Belém; e o Museu Amazônico da Navegação, que retoma a história da Marinha do Brasil.

 

Parque Emílio Goeldi: R. Magalhães Barata, 376 (Nazaré)
(91) 3219-3369
(http://www.museu-goeldi.br)
Preço: R$ 2
Horário: 3ª/dom 9h/17h
Centro de pesquisas e parque zoobotânico com 500 espécies da flora e 86 da fauna amazônicas, num total de 3 mil plantas e 2 mil animais. Ao longo do passeio você vê animais como o jacaré-açu, natural da região, o peixe-boi e a onça-pintada. Soltos, cutias e lagartos atravessam as alamedas. Fica devendo em conservação, mas passa por reformas e deve ganhar um novo prédio em 2012, com sala de exposição, auditório e lanchonete. O Museu Paraense Emílio Goeldi, na mesma área, tem mostras temporárias.

 

Bioparque Amazônia: Acesso pela rod. Augusto Montenegro p/ Icoaraci (Tenoné), 20 km
(91) 3278-4355
(http://www.bioparqueamazonia.com.br)
Preço: R$ 25
Horário: 8h/15h30
É o melhor lugar para observar, de perto, animais nativos da região amazônica. O parque ocupa uma área de 80 hectares (equivalente a 80 campos de futebol) entre matas e igarapés, percorridos em 2h30 de trilha, sempre com guia. Recintos fechados ao longo do trajeto servem de habitat para diversas espécies de aves, mamíferos e répteis como o jacaré-açu, que chega a 6 m de comprimento. O local ainda abriga um museu de paleontologia. Agende o passeio com um dia de antecedência, e informe-se sobre como chegar - a sinalização é precária.

 

Parque Da Residência: Av. Gov. Magalhães Barata, 830 (Nazaré)
(91) 3229-8000
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 10h/16h
Ocupa os jardins da antiga residência oficial dos governadores do Pará, atual sede da Secretaria Estadual de Cultura. A área verde, na região central da cidade, é um bom local para você descansar entre espécies da flora amazônica. Atração principal, o antigo gasômetro abriga um teatro com 400 lugares. O restaurante Restô do Parque fica aqui, e um vagão funciona como sorveteria.
Passeio De Barco: (http://www.valeverdeturismo.com.br)
O barco segue pelo Rio Guamá em direção às ilhas Cumbu e Satélite, passando pelo Furo da Paciência - canal que dá acesso ao Rio Acará - navegar por ali dá uma boa noção da diversidade da vegetação amazônica. Depois, parada no povoado de Boa Vista de Acará, para uma caminhada guiada por um morador da comunidade (no caminho dá para experimentar cacau e castanhas apanhados na hora). Saídas às segundas, quartas e sextas, às 8h30 e 14h30. Dura 3h30 e custa R$ 90. Há passeios com almoço, e outros roteiros pelos arredores de Belém. Valeverde Turismo (Estação das Docas), 3212-3388.

 

Pólo Joalheiro: Pça. Amazonas s/n (Jurunas)
(91) 3344-4500
Horário: 3ª/sáb 9h/19h, dom 10h/19h
Na parte interna do antigo Presídio de São José ficam as oficinas onde as jóias são fabricadas. Do lado de fora, a Casa do Artesão reúne boxes que comercializam as peças (também há artesanato). Uma cela do presídio foi transformada em memorial. No mesmo local, o Museu de Gemas do Pará (R$ 4) tem peças arqueológicas, amostras de minerais e coleção de jóias.
Porroroca

 

Mercado Ver-O-Peso: Av. Boulevard Castilho França (Cidade Velha)
No antigo Mercado de Ferro, trazido da Inglaterra no século 19 e montado junto ao cais, o movimento começa de madrugada, às 3h30. Nesse horário, os barcos ancorados na doca são descarregados e os peixes são negociados aqui mesmo, na base do grito. Do lugar partem caminhões frigoríficos lotados, para abastecer toda a cidade, boa parte do Pará e até mesmo a região Sudeste. O mercado abre das 6h às 14h, mas a feria livre, que funciona ao lado, garante diversão para o dia inteiro. Moradores e turistas transitam entre alas de doces, raízes aromáticas, essências, temperos, ervas e artesanato, e experimentam quitutes típicos (um é o açaí com peixe e farinha-d'água) e frutas como uxi, bacaba, cupuaçu e taperebá. Por causa do movimento intenso, vale ficar atento com bolsas e pertences.

 

Compras Artesanato: Réplicas de vasos, jarros, cuias e demais utilitários das cerâmicas tapajônica e marajoara são vendidas no distrito de Icoaraci (a 25 km), em três pontos: na Cooperativa dos Artesãos (na Praça da Matriz), na Praça São Sebastião (à beira-mar) e na Feira do Paracuri, onde se encontram as olarias. Em Belém, há lojas espalhadas pela avenida Pres. Vargas. A iconografia representada nas peças remete a uma espécie de código usado como meio de comunicação entre os membros dessas comunidades.

 

Palacete Bolonha: Av. Gov. José Malcher, 257 (Nazaré)
(91) 3283-4852
Preço: Grátis
Horário: 3ª/5ª 9h/13h
O belo casarão foi um presente do engenheiro paraense Francisco Bolonha à sua esposa, a pianista francesa Alice Tem-Brink. A visita guiada percorre os cômodos da construção, com poucas peças originais. Atente para os detalhes em ferro e gesso, marcas do estilo art-noveau.

 

Círio De Nazaré: A festa ocorre há mais de 200 anos, sempre no segundo fim de semana de outubro. Na manhã de sábado, uma procissão marítima transporta a imagem de Nossa Senhora de Nazaré do distrito de Icoaraci (a 25 km), ao Porto das Docas, em Belém. De lá, uma moto-romaria escolta a santa ao Colégio Gentil, na Avenida Magalhães Barata. À noite ocorre a chamada Trasladação, nova procissão que conduz a santa à Catedral da Sé. No domingo, a imagem é levada à Basílica de Nazaré em meio a uma comoção geral: todos se espremem para segurar uma corda de 400 m, numa caminhada de cinco quilômetros pelas ruas da capital.

 

Forte Do Presépio: Pça. Frei Caetano Brandão, 117 (Cid. Velha)
(91) 4009-8828
Preço: R$ 2
Horário: 3ª/dom 10h/16h
Erguido logo após a fundação da cidade, para defender o canal dos barcos inimigos. Transformado em museu em 2001, tem acervo com peças de cerâmica marajoara e tapajônica. O encontro das culturas indígena e européia é ilustrado pela tela A Conquista do Amazonas (1908), encomendada pelo governador Augusto Montenegro ao pintor fluminense Antônio Parreiras. Do alto do pátio interno, que guarda intactos os canhões originais, você vê o Rio Guamá, a Baía do Guajará e o Mercado Ver-o-Peso

 

Catedral Da Sé: Pça. Frei Caetano Brandão (Cid. Velha)
(91) 3223-2362
Preço: Grátis
Horário: 2ª 14h/18h, 3ª/6ª 8h/12h, 14h/18h, sáb 7h/10h, 16h/20h, dom 6h30/12h, 16h/20h
Completamente restaurada, reabriu em 2009. Barroca por fora, neoclássica por dentro, tem nave central iluminada por 18 candelabros de cobre. No piso superior, chama a atenção o órgão originário da França, do século 18.

 

Museu Do Círio: R. Pe. Champagnat (Cid. Velha)
(91) 4009-8846
Preço: R$ 2
Horário: 3ª/dom 10h/16h
As peças contam a história de uma das procissões mais famosas do Brasil. Há fotos e objetos emblemáticos, como pedaços da corda de sisal disputada pelos fiéis e uma réplica de Nossa Senhora de Nazaré.

 

Museu De Arte De Belém: Pça. D. Pedro II
(91) 3114-1028
Preço: Grátis
Os salões do Palácio Antônio Lemos (1883), sede do gabinete do prefeito, são decorados com mobília do séc. 19, vasos do séc. 18, esculturas e quadros (há obras de Benedito Calixto e Antônio Parreiras). Fechado para reforma, deve reabrir em janeiro de 2011.

 

Museu De Arte Sacra: Pça. Frei Caetano Brandão (Cid. Velha)
(91) 4009-8802
Preço: R$ 4
Horário: 3ª/dom 10h/16h
O conjunto arquitetônico é formado pela Igreja de S. Francisco Xavier (1698/1719) e pelo Colégio de Sto. Alexandre. A igreja, de estilo barroco, foi construída com auxílio de mão de obra indígena. O museu explica a história das igrejas da cidade e exibe acervo com 320 peças sacras.

 

Corveta Museu Solimões: Pça. Frei Caetano Brandão (Cid. Velha)
(91) 4009-8840
Preço: R$ 2
Horário: 3ª/dom 10h/17h
Atracada no cais em frente à Casa das Onze Janelas, foi transformada em museu. Painéis exibem a história da embarcação.
 
Estação Das Docas: Boulevard Castilhos França (Cidade Velha)
(91) 3212-5660
(http://www.estaçãodasdocas.com.br)
Horário: 3ª/4ª 10h/0h, 5ª/sáb 10h/3h, dom 9h/22h
Os armazéns do porto foram convertidos num moderno centro de entretenimento, com lojas de artesanato, restaurantes, cervejaria, teatro e centro de exposições. Pela manhã, os turistas buscam as peças indígenas vendidas na feira de artesanato. No almoço, a praça de alimentação lota, com restaurantes que trabalham com bufê. O dia termina com o pôr do sol no Rio Guajará, e a noite começa com os shows de MPB (20h) no palco montado no antigo transportador de cargas.

 

Vida Noturna: A Estação das Docas lota quase todas as noites, e não é só por causa dos restaurantes - a happy hour é animada na cervejaria Amazon Beer (3212-5401), com cervejas próprias. Pertinho, na Cidade Velha, fica o Boteco das Onze, com programação de música ao vivo e terraço aberto com vista para a Baía do Guajará. Em Umarizal, os bares e botecos da avenida Almirante Wandenkolk ficam abarrotados a partir de quinta-feira. E no bairro Nazaré o Relicário (3241-1188), misto de bar e balada, tem programação com MPB e rock ao vivo.

O clima em Belém é quente e úmido, tipicamente equatorial, influência direta da floresta amazônica, onde as chuvas são constantes. O índice pluviométrico é de 2889 mm(ano). As incontáveis mangueiras existentes nas ruas da cidade ajudam a amenizar o calor, principalmente nos meses mais quentes de julho a novembro, quando a temperatura pode chegar a 35 graus, porém a temperatura média anual é de 26 °C. Além de aliviar o calor, as mangueiras ornamentam a cidade e fazem a delícia dos amantes da manga, já que em janeiro e fevereiro, época da safra, Belém é inundada pelo fruto, sendo assim conhecida como Cidade das Mangueiras.

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