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Manaus

Manaus é um município brasileiro, capital do estado do Amazonas e o principal centro financeiro, corporativo e econômico da Região Norte do Brasil. É uma cidade histórica e portuária, localizada no centro da maior floresta tropical do mundo. Situa-se na confluência dos rios Negro e Solimões. É a cidade mais populosa da Amazônia, de acordo com as estatísticas do IBGE, sendo uma das cidades brasileiras mais conhecidas mundialmente, principalmente pelo seu potencial turístico e pelo ecoturismo, sendo o décimo maior destino de turistas no Brasil. Manaus pertence à mesorregião do Centro Amazonense e à microrregião homônima. Destaca-se pelo seu patrimônio arquitetônico e cultural, com numerosos templos, palácios, museus, teatros, bibliotecas e universidades. É localizada no extremo norte do país, a 3.490 quilômetros da capital federal, Brasília.

 

Fundada em 1669 com o forte de São José do Rio Negro. Foi elevada a vila em 1832 com o nome de Manaus, que significa "mãe dos deuses", em homenagem à nação indígena dos manaós, sendo legalmente transformada em cidade no dia 24 de outubro de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 4 de setembro de 1856 voltou a ter seu nome atual.

 

Ficou conhecida no começo do século XX, na época áurea da borracha. Nessa época foi batizada como "Coração da Amazônia" e "Cidade da Floresta". Atualmente seu principal motor econômico é o Pólo Industrial de Manaus, em grande parte responsável pelo fato de a cidade deter o sexto maior Produto Interno Bruto (PIB) do país, atualmente.

 

Sexta cidade mais rica do Brasil, a cidade possui a maior região metropolitana do norte do país e a décima segunda do Brasil, com 2 210 825 habitantes (IBGE/2009). Em Manaus residem atualmente (2010) 1,802 milhão de pessoas, sendo a oitava cidade mais populosa do Brasil. A cidade aumentou gradativamente a sua participação no PIB brasileiro nos últimos anos, passando a responder por 1,4% da economia do país. Uma evidência do desenvolvimento da cidade nos últimos tempos é o ranking da revista América Economía, no qual Manaus aparece como uma das 50 melhores cidades para fazer negócios da América Latina em 2009, ficando à frente de capitais de países como San Salvador, Caracas e La Paz. O crescimento constante de Manaus tentando se estabelecer como uma das cidades mais importantes não foi despercebido. Em 2008, o World Cities Study Group and Network (GaWC), do Reino Unido, incluiu o nome da cidade em uma lista de cidades classificadas por sua economia, cultura, acontecimentos políticos e patrimônios históricos. A cidade foi classificada na mesma categoria de outras áreas metropolitanas do mundo de grande destaque, como Ancara, Salt Lake City, Tashkent, Marselha e Durban, sendo que a cidade ficou acima de outras como Tijuana, Sevilha, Libreville e Halifax.

 

Sua área é de 11.401 km², representando 0.7258 % do estado do Amazonas, 0.2959 % da Região Norte e 0.1342 % de todo o território brasileiro. Desse total 229,5040 km² estão em perímetro urbano. Abriga a universidade mais antiga do Brasil, a Universidade Federal do Amazonas, fundada em 1909. A cidade representa sozinha 49,9% da população do Amazonas e 10,89% da população de toda a Região Norte do Brasil.

Palacete Provincial: Pça. Heliodoro Balbi (pça. da Polícia), (Centro)
(92) 3622-8387
Preço: Grátis
Horário: 3ª/5ª 9h/19h, 6ª/sáb 9h/20h, dom 16h/21h
A antiga sede da polícia do Amazonas, restaurada em 2009, virou um centro cultural com pinacoteca e museus histórico, de numismática (com 17 mil moedas) e da imagem e do som. Em frente, a praça da Polícia é uma extensão do passeio: revitalizada, ganhou fonte luminosa e barraquinhas de pipoca e tacacá.

Centro Cultural dos Povos da Amazônia:
Pça. Francisco Pereira da Silva (Bola da Suframa)
(92) 2125-5300
(http://www.povosdaamazonia.am.gov.br)
Preço: Grátis
Horário: 2ª/6ª 13h/17h, dom 16h/21h
Dentro do imenso galpão há mostras de arte e apresentações culturais sobre as comunidades indígenas da floresta amazônica (programação em povosdaamazonia.am.gov.br). Do lado de fora, duas ocas chamam a atenção: uma reproduz o interior de uma casa Ianomami e outra representa uma típica maloca Aruak.

Compras Artesanato Indígena: Colares, brincos e chapéus fabricados em comunidades indígenas do Amazonas são vendidos em lojinhas por toda a cidade. Mas é preciso ter cuidado: boa parte delas não sabe qual a procedência de seus produtos. Melhor comprar no Ecoshop (r. 10 de Julho, 509, 3633-3569, 9h/19h, dom 17h/20h), com peças devidamente identificados; ou na Galeria Amazônica (r. Costa Azevedo, 272, Largo do Teatro, 3233-4521, 2ª/sáb 8h/20h, dom 16h/20h), um verdadeiro museu do índio - além de bijuterias, há exposição de pinturas e esculturas criadas por 15 comunidades (cada etnia tem seu espaço). Na Central de Artesanato Branco e Silva (r. Mario Ypiranga Monteiro, antiga r. Recife, 1999, 3236-1241, 2ª 12h/18, 3ª/6ª 9h/18h, sáb 9h/16h), representantes de algumas comunidades comercializam sua produção.

Teatro Amazonas:
Pça. S. Sebastião
(92)3232-1768
(http://www.culturamazonas.am.gov.br)
Cartão de Crédito: American Express, Diners, Mastercard, Visa
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop, Visa Electron
A imponente casa de espetáculos, marca do auge do Ciclo da Borracha, é a principal atração de Manaus. É impossível conhecê-la sem imaginar as damas do início do século 20 arrastando pomposos vestidos pelas escadas - ainda mais durante a visita monitorada (2ª/sáb 9h/17h, R$     10). O guia apresenta o interior e os camarotes do teatro, mas também leva a ambientes curiosos, como a bela sala de baile, decorada com obras do pintor italiano Domenico de Angelis. O quarto dos cavalheiros, antes reservado para o intervalo das peças, ainda guarda históricas escarradeiras; o das damas serve, hoje, como museu de figurinos dos antigos espetáculos. Mas não pense que o lugar se transformou num museu: peças e shows ainda acontecem quase todos os dias (a maioria é grátis). Depois das apresentações, a platéia quase sempre estica o programa nos bares do entorno, como o lendário Bar do Armando.

Palácio Rio Negro:
Av. 7 de Setembro, 1546
(92) 3232-4450
Preço: Grátis.
Horário: 2ª/6ª 9h/14h
O prédio, erguido no auge do Ciclo da Borracha, foi casa de barão e sede do governo estadual. Cada uma das salas homenageia um ex-governador: as do térreo têm exposições temporárias; as do pavimento superior, móveis e objetos de época.

Mercado Municipal:
R. dos Barés, 46   
Horário: 8h/18h
A construção lembra o mercado de Les Halles, em Paris. Fechado para restauro, sem previsão para reabrir.

Palácio da Justiça:
Av. Eduardo Ribeiro
(92) 3248-1844
Preço: Grátis.
Horário: 3ª/6ª 9h/14h, dom 17h/21h
De estilo renascentista, o prédio funcionou como sede do judiciário amazonense até abril de 2006. Hoje, tem cinema e exposições temporárias.

Palácio Rio Branco:
Pça. 7 de Setembro, 224 (Centro)
(92) 3621-3100
Horário: 2ª/6ª 8h/17h
Antiga sede da Assembléia Legislativa do Amazonas, abriga biblioteca e salas expositivas dedicadas à memória do Poder Legislativo estadual e à história política do Amazonas.

Festival Amazonas de Ópera: É o principal evento do Teatro Amazonas. Realizado entre abril e maio, mescla grandes produções com espetáculos de temática regional. amazonasfestivalopera.com.

Museu de Ciências Naturais da Amazônia:
Colônia Cachoeira Grande, 15 km
(92) 3644-2799
Preço: R$ 14
Horário: 2ª/sáb 9h/12h, 14h/17h
Tem rico acervo com peixes da Amazônia conservados por taxidermia. Nos fundos, dentro de uma réplica de oca indígena, há um aquário com tambaquis e pirarucus. Acesso pela av. Cosme Ferreira, na altura do Conjunto Tiradentes.

Museu Casa Eduardo Ribeiro:
R. José Clemente, 322 (Centro)
Preço: Grátis
Horário: 2ª/6ª 9h/17h, dom 16h/21h
Palacete do início do séc. 19, período áureo do Ciclo da Borracha, decorado com mobília e objetos de época. Eduardo Ribeiro foi governador do estado (1892/1896) - o Teatro Amazonas foi construído em seu mandato.

Museu do Índio:
R. Dq. de Caxias, 356 (Pça. 14)
(92) 3635-1922
Preço: R$ 5
Horário: 2ª/6ª 8h30/11h30, 14h/16h30, sáb 8h30/11h30
Em cinco salas, reúne mais de mil peças, entre adornos e utensílios domésticos - como o tipiti, objeto de palha usado para extrair o tucupi da mandioca-brava. Mas não espere aprender muito mais do que isso: não há visita guiada nem explicações sobre as etnias.

Zoológico do Cigs:
Estr. da Ponta Negra (S. Jorge), 13 km
(92) 3625-1966
Preço: R$ 4
Horário: 3ª/6ª 9h/16h30, sáb/dom 9h/18h
Macacos, jacarés e viveiros de pássaros estão distribuídos por uma grande área verde dentro do Cigs, Centro de Instrução de Guerra na Selva. O melhor do passeio causa medo em muita gente: andando na passarela construída sobre a imensa jaula das onças, você vê as feras passeando sob seus pés.

Bosque da Ciência:
R. Otávio Cabral (Petrópolis)
(92) 3643-3293
Preço: R$ 5
Horário: 3ª/6ª 9h/11h30, 14h/16h30, sáb/dom 9h/16h30
É um pedacinho da floresta dentro da cidade, com pequenas trilhas na mata onde macacos e cotias vivem soltos. Os tanques do peixe-boi e da ariranha estão sempre rodeados de crianças.

Encontro das Águas: Com diferentes densidades e velocidades, as águas dos rios Negro e Solimões correm cerca de seis quilômetros lado a lado antes de se transformarem no gigantesco rio Amazonas. Durante o passeio você sente, com as mãos, a divergência de temperatura entre o Solimões, gelado, e o Negro, mais quentinho. As agências incluem outras atrações no pacote "Encontro das Águas", como visitas a igapós cheios de vitórias-régias, comunidades ribeirinhas e seringais. Amazon Explorers, 3232-3052; Fon Tour, 3658-3052. As embarcações costumam sair às 9h e voltar às 16h, do porto de Manaus. R$ 125 (com almoço).

Parque Nacional Anavilhanas: O arquipélago de Anavilhanas, com suas mais de 400 ilhas,é um dos maiores da Amazônia. O local só pode ser visitado a bordo de barcos - trilhas não são mais permitidas. No passeio, com duração de oito horas, observam-se a fauna e flora amazônicas. R$ 300. Fontour, 3658-3052. Também há passeios para o parque a partir da cidade de Novo Airão.

Seringal Vila Paraíso:
Igarapé São João (Tarumã Mirim) (25' de barco)
(92) 3234-8755
Horário: 3ª/dom 8h/16h
Reproduz uma vila do final do século 19, época em que a borracha movimentava a economia de Manaus. Um guia acompanha você pelo seringal, onde há demonstração da retirada da borrada, e pela casa-grande. O local está a 25 minutos de lancha de Manaus. Para chegar lá, é preciso ir até a marina do David (praia de Ponta Negra, atrás do hotel Tropical) e negociar a ida e a volta com os barqueiros (custa, em média, R$ 20). Na entrada do museu há uma taxa de R$ 5.

Amazon Bus:
Saídas da Central de Atendimento ao Turista, ao lado do Teatro Amazonas
(92) 3633-6708
Preço: R$ 60
Horário: 2ª/sáb 9h e 14h30
A bordo de um ônibus de dois andares, você conhece todas as atrações de Manaus de uma só     vez. Dos bancos da cobertura há vista quase panorâmica das fachadas de vários prédios históricos, centros culturais e pontos famosos da cidade. O roteiro de três horas sai do Centro e vai até a praia de Ponta Negra, onde faz a única parada. No percurso, um guia explica a história de cada lugar. Saídas da Central de Atendimento ao Turista, ao lado do Teatro Amazonas, 3633-6708. R$ 60. 2ª/sáb 9h e 14h30.

Pesca peixes de água doce: A pesca esportiva nos rios da Amazônia pode ser feita em duas épocas do ano: de janeiro a março no rio Negro e de setembro a novembro nos rios Uatumã e Jatapu. Barcos-hotéis, como os da Amazon Clipper (3656-1246), organizam a aventura. Pacotes de 6 dias custam a partir de R$ 3 900 por pescador.

O clima de Manaus é considerado tropical úmido, com aumento de chuvas no verão e temperatura média anual de 33,9 °C, tendo uma umidade relativa elevada durante o ano, com médias mensais entre 76 e 89%.

 

Devido à proximidade da linha do equador, o calor é constante do clima local. São inexistentes os dias de frio no inverno, e raramente massas de ar polar muito intensas no centro-sul do país e sudoeste amazônico têm algum efeito sobre a cidade, como ocorreu em agosto de 1955. A proximidade com a floresta normalmente evita extremos de calor e torna a cidade úmida.

 

A precipitação média anual é de 2.194,9 mm, sendo agosto o mês mais seco, quando ocorrem apenas 55 mm. Em março, o mês mais chuvoso, a média fica em 310,2 mm. As estações do ano são relativamente bem definidas no que diz respeito à chuva: o inverno é relativamente seco, e o verão chuvoso. A menor temperatura já registrada oficialmente em Manaus foi de 17,2 °C, em agosto de 1955, na estação do Inmet. Já houve ocorrências pontuais de chuva de granizo na cidade. A máxima registrada até o ano de 2000, foi de 39,0 °C. Porém, esse recorde foi superado em 2009, quando a temperatura da cidade registrou 40,9 °C, no dia 29 de setembro, superando até mesmo os 36,1 °C registrados no dia 21 de agosto.

 

No dia 26 de novembro de 2009, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou caso de chuva ácida em Manaus. Segundo o Inmet, a poluição do ar, causada em grande parte pelo acúmulo de fumaça de queimadas, associada ao dióxido de carbono emitido por carros, provocou chuva ácida na cidade. Apesar de a incidência de chuva ácida ser comum em algumas capitais brasileiras onde há grande concentração de carros, em Manaus e em outras cidade do Amazonas a situação se agrava com o período prolongado de estiagem com a fumaça das queimadas.

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