Ligue
4007-2180

Salvador

Salvador (fundada como São Salvador da Bahia de Todos os Santos é uma cidade brasileira, capital do estado da Bahia e primeira capital do Brasil. Os habitantes são chamados de soteropolitanos, gentílico criado a partir da tradução do nome da cidade para o grego: Soterópolis, ou seja, "cidade do Salvador", composto de Σωτήρ ("salvador") e πÏŒλις ("cidade").

 

Situada na microrregião homônima, Salvador é uma metrópole nacional com quase três milhões de habitantes, sendo a cidade mais populosa do Nordeste, a terceira mais populosa do Brasil e a oitava mais populosa da América Latina (superada por São Paulo, Cidade do México, Buenos Aires, Lima, Bogotá, Rio de Janeiro e Santiago). Sua região metropolitana, conhecida como "Grande Salvador", possui 3.574.804 habitantes (IBGE/2010), o que a torna a terceira mais populosa do Nordeste, sétima do Brasil e uma das 120 maiores do mundo. É classificada pelo IBGE em comparação com a rede urbana das outras cidades brasileiras como um centro metropolitano nacional. A superfície do município de Salvador é de 706,8 km² (fonte: IBGE), e suas coordenadas, a partir do marco da fundação da cidade, no Fortaleza de Santo Antônio, são 12° 58' 16'' sul e 38° 30' 39'' oeste. Centro econômico do estado, é também porto exportador, centro industrial, administrativo e turístico.

 

A cidade de Salvador era antigamente chamada de Bahia, inclusive por moradores do próprio estado. Também já recebeu alguns epítetos, como o de "Capital da Alegria", devido aos enormes festejos populares, como o seu carnaval, e "Roma Negra", por ser considerada a metrópole com maior percentual de negros localizada fora da África.

 

Salvador é também sede de importantes empresas regionais, nacionais e internacionais. Foi em Salvador onde surgiu a Odebrecht, que, em 2008, tornou-se o maior conglomerado de empresas do ramo da construção civil e petroquímica da América Latina, com várias unidades de negócios em Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e diversos países do mundo. Além de empresas, a cidade sedia também muitos eventos, organizações e instituições, como a Universidade Federal da Bahia (melhor do Nordeste e a 16º da América Latina e a brasileira que mais melhorou nos últimos dois anos) e a Escola de Administração do Exército Brasileiro.

Artesanato: A Coisas da Terra (r. Gregório de Matos, 19, 3322-9322, Pelourinho) vende baianas, vasos e frutas de cerâmica. Ao lado, no Instituto de Artesanato Visconde de Mauá (r. Gregório de Matos, 28, 3116-6700, Pelourinho) você encontra tecelagem, bordados e cerâmica do Recôncavo Baiano. O Mercado Modelo, bela construção à beira-mar, é o chamado pega-turista: tem boxes com artesanato, berimbaus e suvenires a preços altos.

Elevador Lacerda:
Pça. Cairu (Cidade Baixa) e Pça. Tomé de Sousa (Cidade Alta)
Construído pelo engenheiro brasileiro Augusto Frederico de Lacerda entre 1869 e 1873, foi durante muito tempo o principal meio de ligação entre a Cidade Baixa e o Pelourinho. Durante o trajeto de 30 segundos não há vista para contemplar, mas lá do alto dos 73 m de altura vê-se o     mar da Baía de Todos os Santos e o Mercado Modelo. R$ 0,15.

Casa das Sete Mortes:
R. do Passo, 24 (Pelourinho)   
Várias lendas tentam justificar o nome da casa, restaurada em 2010. Mas está documentado que em 1756 foram assassinados aqui, a facadas, o Padre Manuel de Almeida e outros três homens. O solar tem sete entradas - três na parte inferior e quatro na superior - e paredes revestidas de azulejos.

Palácio Rio Branco:
Preço: Grátis
Reaberto em 2010, após restauro. O palácio foi sede do Governo Geral, quando a Bahia era a capital brasileira. Nas visitas guiadas, estudantes universitários explicam detalhes de ambientes como a sala Pompesina, onde foram encontrados afrescos dos séculos 19 e 20. Pça. Tomé de Sousa Pelourinho), 3117-6092. 2ª/6ª 9h/18h. Grátis. Visitas guiadas (3117-6491): 3ª e 5ª, às 10h e 15h, sábado às 10h.

Festas de Largo:
Preço: Grátis
Reaberto em 2010, após restauro. O palácio foi sede do Governo Geral, quando a Bahia era a capital brasileira. Nas visitas guiadas, estudantes universitários explicam detalhes de ambientes como a sala Pompesina, onde foram encontrados afrescos dos séculos 19 e 20. Pça. Tomé de Sousa (Pelourinho), 3117-6092. 2ª/6ª 9h/18h. Grátis. Visitas guiadas (3117-6491): 3ª e 5ª, às 10h e 15h, sábado às 10h.

Carnaval: Desde que Dodô, Osmar e Temístocles Aragão inventaram o trio elétrico, na década de 50, o Carnaval nunca mais foi o mesmo. As simpáticas marchinhas do início do século 20 podem até ser ouvidas no atual circuito Batatinha, que leva famílias do Pelourinho à praça Castro Alves (todos os dias). Mas são os famosos trios elétricos, ligados no axé e em novidades high-tech (o DJ inglês Fatboy Slim comanda a "carna-rave" de Salvador desde 2006), que arrastam mais de dois milhões de pessoas ao longo dos seis dias de festa - de quinta a terça. Há dois principais circuitos percorridos pelos trios: o Dodô (Barra-Ondina) e o Osmar (Campo Grande-Avenida), o mais antigo, que une blocos tradicionais aos onipresentes Ivete Sangalo, Claudia Leitte e Chiclete com Banana. Para não ficar de fora dos cordões, na chamada "pipoca", é preciso comprar o abadá - e estar disposto a gastar até R$ 2 mil pelo ingresso (Central do Carnaval, 3372-6000, centraldocarnaval.com.br). Fora dos circuitos badalados, os blocos afro conservam a tradição: o Ilê Aiyê, que não aceita brancos no cordão, tem saída de sua sede no bairro do Curuzu (2103-3400); o Olodum vai do Pelourinho ao Campo Grande no ritmo dos tambores (3321-5010); e o Filhos de Gandhy, primeiro de afoxé da cidade, mantém o hábito de espirrar alfazema nos foliões (3321-7073). Mais de 100 mil pessoas são contratadas para dar segurança ao evento, mas vale sempre lembrar: leve dinheiro trocado e nada de jóias, filmadoras e cartões de crédito. Programação completa em portaldocarnaval.ba.gov.br.

Forte de Monte Serrat:
R. Sta. Rita Durão (Ponta de Humaitá)
(71) 3313-7339
Preço: R$ 1
Horário: 9h/17h
Conhecido pela bela vista para a Baía de Todos os Santos, costuma lotar no horário em que o sol se põe. A construção, reformada várias vezes por causa de invasões históricas, mantém a plana original, com seis torreões (torres de onde se avistavam os inimigos) e o poço que abastecia os soldados de água.

Farol da Barra:
(71) 3264-3296
Preço: R$ 6
Horário: 2ª 8h/10h, 3ª/dom 8h30/19h
O farol da Barra é a maior referência visual da cidade. Nos fins de tarde, turistas circulam pelos seus arredores para assistir ao mais famoso pôr do sol de Salvador - com a presença deles, aparecem também os vendedores ambulantes. Dentro do forte, o museu Náutico da Bahia conserva louças, talheres e objetos pessoais dos mais de 400 náufragos do galeão português Sacramento, afundado em 1668. A sala de miniaturas de embarcações, guardadas em garrafinhas, é outra atração. A subida ao farol é proibida. Dica: a melhor foto é tirada do alto do Morro do Cristo, à esquerda.

Forte de São Marcelo:
Acesso de barco a partir do Centro Náutico (5')
(71) 3525-7142
Preço: R$ 12
Horário: 9h/18h
Construção circular, erguida sobre um banco de areia para proteger o porto. A história do chamado "forte do mar" é contada com fotos da Salvador antiga e maquetes da época em que a cidade era cercada por um muro de taipa. Um espetáculo teatral (3ª/5ª 9h e 14h30) conduz os visitantes aos tempos em que o forte era ativo. Traga a máquina fotográfica para registrar a bela imagem da cidade vista do mar. Acesso de barco a partir do Centro Náutico (5 minutos), ao lado do Mercado Modelo. Pça Visconde de Cairu (Comércio).

Forte de Santo Antônio Alem do Carmo:
Pça Br. do Triunfo (final da R. Direita do Santo Antônio)
(71) 3117-1492
Preço: Grátis
Horário: 3ª, 5ª e sáb 19h30/21h30, dom 17h30/19h30
Nas antigas celas de prisioneiros funcionam hoje academias de capoeira. Há apresentações grátis - ligue para saber os dias e horários.

Forte de São Diogo:
R. Forte S. Diogo (Porto da Barra)
(71) 3267-3307
Preço: R$ 2
Horário: 3ª/dom 9h30/12h, 13h30/17h30
Das 37 fortalezas que protegiam Salvador no séc. 17, só sobraram 12 - ver a localização de todas elas numa maquete é um dos pontos altos da visita. Outro é a simulação de um tiro de canhão (com pólvora e papel), todo dia, às 12h.

Igreja e Convento de São Francisco: Construída com recursos do rei de Portugal e esmolas de fiéis, o templo é forrado de ouro, do chão ao teto. No pátio externo, apresenta a segunda maior extensão de paredes azulejadas do mundo - atrás apenas da Igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa. São 54.936 azulejos: os da capela-mor, assinados por Bartolomeu Antunes, são de 1737 e narram a vida de São Francisco; no claustro, eles representam alegorias mitológicas sobre a vida, sugerindo sempre uma moral cristã (daí o nome "Sermão dos Azulejos"). Por que é 5 estrelas? A riqueza de detalhes e a quantidade de ouro são impressionantes. "Do pavimento ao teto não se vê uma pequena face de parede nua", definiu Antonio de Santa Maria Jaboatam, cronista franciscano do séc 17. Os azulejos portugueses completam o conjunto. Preste atenção O teto retrata uma monumental alegoria da Imaculada Conceição da Virgem Maria, num jogo de contraste e profundidade. O piso, em mármore, tem desenhos que imitam tapetes. E nos altares há entalhes de influências renascentistas e neoclássicas, além de elementos do barroco e do rococó. A melhor foto Da parte externa, com o cruzeiro em primeiro plano e a igreja ao fundo. Fotos internas são proibidas. Tempo de Visita No mínimo 30 minutos, para fixar alguns detalhes do templo na memória. Para os interessados em arte e história, o lugar pode render um dia inteiro de passeio. Com ou sem guia? Sem. As informações dos guias não costumam alcançar a complexidade artística da igreja. Quando ir: evite os horários de missa (2ª 7h, 3ª 7h, 8h, 16h e 18h, 4ª/6ª 7h, sáb 7h30, dom 8h), quando a entrada é grátis, mas é proibido circular pela igreja e visitar o pátio de azulejos. Serviço Lg. Cruzeiro de S. Francisco (Pelourinho), 3322-6430; 2ª 8h30/17h30, 3ª 8h30/14h, 4ª/sáb 8h30/17h30, dom 7h/17h. R$ 3.

Catedral Basílica:
Terreiro de Jesus (Pelourinho)
(71) 3321-4573
Preço: R$ 2
Horário: 8h30/11h30, 13h30/17h
Dedicada a São Francisco Xavier, padroeiro de Salvador, tem imponentes altares laterais, enormes, dourados e ricamente ornados. Eles representam fases diferentes da história da arte - um mistura colunas renascentistas e anjos barrocos, mostrando a transição de movimento artístico. Repare também nas paredes de mármore e cantaria portugueses que revestem a capela.

Igreja N.S da Conceição da Praia:
Lg. da Conceição da Praia (Cid. Baixa)
(71) 3242-0545
Preço: Grátis
Horário: 2ª 7h/12h, 15h/17h, 3ª/6ª 7h/17h, sáb/dom 7h/11h30
Construção pré-fabricada - as pedras foram trazidas de Portugal e montadas como um quebra-cabeças. À noite, toda iluminada, fica mais imponente. No dia oito de dezembro, sedia a festa sincrética de Nossa Senhora e Oxum; em janeiro, é ponto de partida da procissão que inicia a festa da Lavagem do Bonfim.


Igreja N.S Rosário dos Pretos:
Lg. do Pelourinho
(71) 3241-5781
Preço: Grátis
Horário: 9h/18h
É conhecida pelas missas acompanhadas por atabaques, que acontecem às terças (18h) e domingos (10h). Embora os cantos sejam de temática católica, os batuques e a maneira como os fiéis balançam na fila de comunhão remetem aos cultos africanos. Em restauro, deve reabrir em novembro de 2010.

Igreja Senhor do Bonfim:
Lg. do Bonfim
(71) 3316-2196
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 6h30/11h, 13h30/18h
A igreja que leva o nome do padroeiro dos baianos é também símbolo do sincretismo religioso na cidade. A tradição de lavar a escadaria e o adro começou com os escravos, como preparativo para a festa em homenagem ao santo, e é mantida até hoje pelas baianas do candomblé. Outra marca sincrética é a famosa fitinha - ninguém sai daqui sem amarrá-la no pulso ou no portão.

Igreja do Santíssimo Sacramento do Passo: Nem mesmo o ar de abandono evita o assédio dos turistas, que registram ao menos uma imagem da escadaria da igreja. No local, Anselmo Duarte gravou cenas de O Pagador de Promessas, filme premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962. Não há visita interna.
Mosteiro de São Bento:
Lg. de S. Bento, 1 (Cid. Alta)
(71) 2106-5200
Preço: Grátis
Horário: 7h/18h
Construção inspirada na igreja de Jesus (Il Gesù), de Roma. Mas, ao contrário da capela italiana, o teto e os altares têm pouca riqueza de detalhes. Há missas com canto gregoriano aos domingo, às 10h.

Igreja Ordem Terceira de São Domingos de Gusmão:
Terreiro de Jesus (Pelourinho)   
(71) 3242-4185
Horário: 2ª/5ª 8h30/11h45 e 13h30/17h45
Chama a atenção o teto da nave, de 1781, atribuído a José Joaquim da Rocha - suas obras estão expostas no Museu de Arte Sacra da Bahia. Na sacristia, repare na detalhada veste da imagem de Santa Rosa de Lima. Aos domingos, só abre para a missa das 8h.

Igreja Ordem Terceira de N.S do Carmo:
Lg. do Carmo (Santo Antônio Além do Carmo)
(71) 3242-0182
Preço: R$ 2
Horário: 9h/18h
É a igreja do convento homônimo, que fica ao lado. Barroca e com detalhes góticos, guarda a imagem do Senhor Morto. A peça tem duas mil pedras de rubi.

Igreja Ordem Terceira de São Francisco:
R. da Ordem Terceira, 1 (Pelourinho)   
(71) 3321-6968
Preço: R$ 3
Horário: 8h/17h
Construída por militares e endinheirados da época, tem como maior atrativo a fachada, que foge do estilo colonial português. Esculpida em pedra, foi inspirada na Universidade de Salamanca, a Espanha. No interior, o pátio é revestido por azulejos portugueses.

Igreja São Lazáro e São Roque:
final da r. Aristides Novis (Colina de S. Lázaro)
(71) 3247-4972
Preço: Grátis
Horário: 2ª 6h30/19h, 3ª/6ª 7h/16h, sáb/dom 7h30/12h
Referência de sincretismo religioso, homenageia dois santos. Às segundas, depois das missa das 6h, mães de santo esperam os fiéis do lado de fora para dar o famoso banho de pipoca que "purifica as almas". O mesmo acontece no dia de São Lázaro (último domingo de janeiro) e São Roque (16 de agosto), quando os seguidores do candomblé também lavam a escadaria da igreja.

Igreja Santo Antônio Além do Carmo:
Pça. Br. do Triunfo (Largo Sto. Antônio)
(71) 3242-6463
Preço: Grátis
Horário: 2ª/6ª 8h/12h, 14h/17h, sáb 8h/12h
Tem fachada em estilo rococó, uma torre única e interior com talhas em estilo neoclássico. No lado oposto à torre, a céu aberto, foi colocada uma imagem de Santo Antônio, toda de pedra, trazida de Portugal. Aos domingos, só abre para a missa das 8h.

Palacete das Artes Rodin Bahia:
R. da Graça, 284 (Graça)
(71) 3117-6910
Preço: Grátis
Horário: 3ª/dom 10h/18h
A maioria das 62 obras, todas em gesso, fez parte dos estudos de Auguste Rodin para a monumental Porta do Inferno (exposta no Museu Rodin de Paris). Uma delas é a célebre O Pensador, uma das esculturas mais famosas do mundo. As peças ficam em Salvador até 2012. No jardim do casarão, do século 19, há mais quatro trabalhos em bronze feitos pelo artista.

Museu de Arte Moderna:
Av. Contorno (Cid. Baixa)
(71) 3117-6132
(http://mambahia.com.br)
Preço: Grátis
Horário: 3ª/6ª 13h/19h, sáb 13h/21h, dom 13h/19h
Cartão de Crédito: Visa
Cartão de Débito: Visa Electron
A fazenda do século 17, que pertenceu à família Unhão, foi convertida em museu após o restauro comandado pela arquiteta Lina Bo Bardi, entre as décadas de 50 e 60. O conjunto, todo à beira-mar, congrega uma capelinha, senzala e a casa-grande, onde estão expostas telas de Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, Cândido Portinari e Flávio de Carvalho, além de fotos de Pierre Verger. Há cinema (saladearte.art.br), restaurante e, aos sábados, shows de jazz a partir das 18h (R$ 4).

Fundação Instituto Feminino da Bahia:
R. Mons. Flaviano, 2/R. Politeama de Cima (Politeama)
(71) 3329-5522
Preço: R$ 5
Horário: 3ª/6ª 10h/12h, 13h/18h, sáb 14h/19h
A educadora baiana Henriqueta Catharino criou, na década de 20, uma escola com cursos profissionalizantes para mulheres. Hoje o Instituto é só museu, que expõe mais de 3 mil peças entre esculturas e móveis da aristocracia baiana de antigamente. Na coleção do Traje e do Têxtil, a principal relíquia é o vestido de fios de ouro usado pela princesa Isabel na assinatura da Lei Áurea, em 1888.

Museu de Arte Sacra:
R. do Sodré, 276 (Cid. Alta)
(71) 3283-5600
Preço: R$ 5
Horário: 2ª/6ª 11h30/17h30
Antes de entrar, repare no belo jardim e no conjunto colonial do fim do século 17, instalado no antigo Convento de Santa Teresa d'Ávila. Depois, siga pela igreja, com belos altares e retábulos (os mais antigos datados de 1697), imagens dos séculos 17 a 19 e painéis de azuleos portugueses da 2ª metade do século 17. Crucifixos, calvários, prataria e mobiliário constituem parte significativa do acervo. Importante: ao chegar ou sair, evite a rua do Sodré e a ladeira da Preguiça, locais sem segurança; circule apenas pela viela que leva à rua Carlos Gomes (em frente ao museu), onde há táxis. Evite ir de carro, não há estacionamento.

Museu Carlos Costa Pinto:
Av. 7 de Setembro, 2490 (Vitória)
(71) 3336-6081
(http://www.museucostapinto.com.br)
Preço: R$ 5
Horário: 2ª e 4ª/sáb 14h30/19h
A mansão, que pertencia a Carlos Costa Pinto, guarda os objetos colecionados pelo empresário ao longo do século 20 - como peças da manufatura francesa Baccarat e serviços de mesa usados pela família real portuguesa na época de D. João VI. Painéis, na sala de prataria, explicam a disseminação do uso do talher no século 18 e o porquê da expressão "prata da casa".

Paulo Darzé Galeria de Arte:
r. Dr. Chrysippo de Aguiar, 8 (Campo Grande)
(71) 3267-0930
Preço: Grátis
Horário: 2ª/6ª 9h/19h, sáb 9h/13h
É um dos maiores espaços dedicados aos novos artistas plásticos da Bahia - mas suas salas têm também obras de pintores consagrados, como Carybé e Mario Cravo Jr..

Solar do Ferrão:
R. Gregório de Matos, 45 (Pelourinho)
(71) 3117-6467
Preço: R$ 1
Horário: 3ª/6ª 10h/18h, sáb/dom 13h/18h
Pelos corredores e salas deste casarão do século 17 você conhece três coleções raras: a primeira, de arte sacra, traz 810 objetos dos séculos 18 ao 20, adquiridas em 1975 pelo governo baiano; outra reúne 1076 peças entre esculturas, máscaras e mobiliário africano; e a última é de arte popular, colecionada pela arquiteta Lina Bo Bardi entre os anos 50 e 60 (ex-votos, santos e esculturas).

Museu da Misericórdia:
R. da Misericórdia, 6 (Centro Histórico)
(71) 3322-7355
(http://santacasaba.gov.br)
Preço: R$ 5
Horário: 2ª/sáb 10h/16h, dom 12h/16h
O prédio da antiga Santa Casa de Misericórdia, construído em 1697, conserva algumas obras de arte sacra e móveis dos séculos 17 a 19. A escrivaninha de Rui Barbosa (que trabalhou aqui) e sua carta de demissão estão expostas.

Museu da Cerâmina Udo Knoff:
R. Frei Vicente, 3 (Pelourinho)
(71) 3107-6388
Preço: Grátis
Horário: 3ª/6ª 10h/18h, sáb/dom 13h/17h
O engenheiro agrônomo alemão Horst Udo Erich Knoff morou em Salvador anos 60, onde passou a confeccionar, colecionar e estudar os azulejos que revestiam as fachadas da cidade. Cerca de 100 deles estão expostos aqui.

Museu Afro – Brasileiro:
Terreiro de Jesus
(71) 3321-2013
Preço: R$ 5
Horário: 2ª/6ª 9h/18h, sáb/dom 10h/17h
Explica o significado dos orixás e traços da cultura africana através de vestimentas, esculturas, máscaras e instrumentos musicais. No subsolo fica o museu de arqueologia, com pequeno acervo de arte indígena e urnas funerárias trazidas do Congo.

Museu de Arte da Bahia:
Av. 7 de Setembro, 2340 (Vitória)
(71) 3117-6902
Preço: Grátis
Horário: 3ª/6ª 14h/19h, sáb/dom 14h30/18h30
Arcas de jacarandá do século 18 e objetos curiosos, como a pianola-costureira - um pequeno piano que se transforma em máquina de costura - fazem parte do acervo. A pinacoteca também não pode passar em branco: há pinturas de artistas que fizeram fama nas igrejas locais, como José Joaquim da Rocha (que pintou o teto da N.S. da Conceição da Praia) e Franco Velasco (teto da Igreja do Bonfim).

Fundação Pierre Verger Galeria:
Portal da Misericórdia, 9 (Pelourinho)
(71) 3321-2341
Preço: Grátis
Horário: 2ª/sáb 8h/20h, dom 8h/15h
Apresenta fotografias do artista franco-brasileiro, em exposições renovadas a cada três meses. Os livros mais recentes sobre o trabalho de Verger estão à venda.

Fundação Casa de Jorge Amado:
Lg. do Pelourinho, 51
(71) 3321-0122
Preço: Grátis
Horário: 2ª/sáb 10h/18h
Cartão de Crédito: American Express, Diners, Hipercard, Mastercard, Visa
Cartão de Débito: Maestro, Redeshop, Visa Electron
O azulado e fotogênico casarão guarda pequeno acervo sobre a obra do autor baiano, como     resenhas de livros, prêmios recebidos em vida. Todo mundo para aqui para tomar um café.

Salvador Bus:
Preço: R$ 30
É a melhor maneira de conhecer os bairros e pontos turísticos da capital, num roteiro que dura     quatro horas. O ônibus de dois andares percorre parte da orla e faz paradas breves no Farol da     Barra, na Igreja do Senhor do Bonfim e na sorveteria da Ribeira. No Pelourinho, a pausa é maior, de uma hora - muita gente aproveita para almoçar e conhecer também o Elevador Lacerda. Você pode desembarcar em qualquer um desses pontos, ficar mais tempo do que o programado e esperar o próximo veículo, sem pagar mais por isso (de  3 a 4 fazem a rota). Gravações em português, inglês e espanhol explicam as atrações. Para saber os horários das paradas e se o veículo passa em frente ao seu hotel, clique em salvadorbus.com.br ou ligue para 3356-6425.

Dique do Tororó:
Av. Vasco da Gama (Tororó)
Preço: Grátis
As imagens dos orixás em roupas de festa, criadas pelo artista plástico Tati Moreno, parecem     dançar sobre a água. Caminhar no jardim ao redor do lago é um dos passeios mais agradáveis de     Salvador. Nas manhãs de domingo, carros são proibidos de circular no entorno, que se transforma em área de lazer com ciclovia, pista de patins e rodas de capoeira.

Passeio de Caravela: Um barco leva você do píer, ao lado do Mercado Modelo, ao Forte São Marcelo. Lá está a pequena réplica de caravela, que parte com a tripulação baía adentro. Ela margeia a costa de Salvador entre Monte Serrat e a Barra, passando em frente a cinco fortes e à igreja de N. S. da Conceição da Praia. Um monitor explica as curiosidades da paisagem e os pontos turísticos - todo o passeio dura 3h. Ligue um dia antes para reservar: Nelson, 8243-7990 ou coronel Leite, 9122-8776.


Mercado Modelo:
Pça. Visc. de Cairu (Comércio) (Cid. Baixa)
(71) 3241-2893
Preço: Grátis
Horário: 2ª/sáb 9h/19h, dom 9h/14h
Surgiu em 1912, quando a Cidade Baixa sentia a falta de um centro de abastecimento. Na época     havia de tudo: de charutos a cereais, de cachaças a artigos para o candomblé. Após vários     incêndios, que consumiram sua estrutura original, ganhou os contornos atuais na reforma de 1984. Símbolo de Salvador, tem boxes que vendem roupas e artesanato (os preços não são baixos). A regra: pechinchar e driblar o assédio dos vendedores.

Passeio de Escuna pela Baía de Todos os Santos: Passa por várias ilhas da baía, com paradas para banho na Ilha dos Frades e almoço em Itaparica. O trajeto dura 7h, com saída às 9h. R$ 70 (inclui traslado do hotel até o Centro Náutico, de onde partem as embarcações). Privê Tur, 3535-0707.

Feira de São Joaquim:
Av. Oscar Pontes (Comércio)
Quando a feira surgiu, na década de 60, era destinada à população de baixa renda. Mas há tempos o lugar também atrai turistas e curiosos interessados na profusão de ingredientes regionais, cores e cheiros que reúne. No caos dos seus corredores longos, sujos e estreitos circulam 3 mil pessoas, todos os dias, vendendo ou comprando temperos a granel, roupas, cachaças, artigos de candomblé, aves, bodes e receitas para tirar o mal olhado. No intervalo das compras, não deixe de experimentar a passarinha (baço de boi) ou comer o PF com buchada, dois clássicos locais.

Possui um clima tropical predominantemente quente, com maior concentração de chuvas no inverno e verão seco. Chega a extremos de 15 °C no inverno e a 38 °C no verão. A brisa oriunda do Oceano Atlântico deixa agradável a temperatura da cidade mesmo nos dias mais quentes.

 

Os bairros litorâneos, fora da Baía de Todos os Santos, como a Pituba, Praia do Flamengo, recebem fortes ventos, vindos do mar.

 

A temperatura máxima absoluta no município de Salvador foi de 34,4 °C no dia 8 de fevereiro de 1963 e mínima absoluta de 12 °C no dia 20 de julho de 1966.

Ocultar
Receba ofertas exclusivas no seu e-mail